27
Abr 08
O Imam Ibn al-Salah al-Shahrazuri escreve no seu famoso Muqaddamah:

"Alguém que perde o seu tempo tentanto estudar com muitos professores somente para adquirir reputação de ter tido imensos professores e a fama que daí advém, não será bem sucedido.
As palavras de Ibn Hatim al-Razi não se referem a isto; que são, "Quando escreves um hadith, "pega" em tudo. Quando o transmites, sê selectivo"

[Muqaddamah Ibn Salah]


26
Abr 08
Salams. Deixo mais um album, para ser ouvido este fim de semana pelos nossos leitores, já que andamos na onda das imagens e vídeos, faltava o som.
Salams.
islamnet.eu



Podem adquirir albuns de Yusuf Islam, no Link abaixo, já que é proibido qualquer tentativa de download.

25
Abr 08
Salams.

Para completar as restantes fotos e artigos que aqui tenho colocado, vou adicionar mais algumas com o Dubai antes/Dubai Depois e com os projectos do futuro do Dubai.






















11
Abr 08
Salams.

Como todos vocês, visitantes do blog têm reparado, eu não tenho posto em discussão ou falado muito sobre o filme de Geert Wilders, Fitna. A razão é simples, mas para uns um pouco difícil de compreender, mas que passo a explicar:

Começo com a dúvida de que se aquilo é mesmo um filme ou uma mera montagem de vídeo. Depois, o "filme" não tem nenhum interesse, já que não trás nenhuma "acusação" nova a isto ou aquilo que está escrito no Alcorão e que não tenha tido uma devida resposta. Por outro lado e em terceiro lugar, não existe coerência no "filme". Chegamos ao final e temos uma de duas hipóteses, ou somos totalmente manipulados ou perguntamo-nos a nós mesmos: Ele quer que o Islão seja retirado da Europa? Por estes argumentos? Eu consigo fazer o mesmo com outros livros sagrados de outras religiões. Mas nunca o faria pois sei que tal como nos casos em que se relatam as passagem no Alcorão, existe sempre um facto por detrás, um tempo e um espaço próprios, e por outro lado existem sempre figuras de estilo, hipérboles e eufemismos.

Geert Wilders fez isso, subrepondo todos os princípios éticos e tentando simplesmente conseguir enviar a sua mensagem de ódio e repúdio aos muçulmanos e à religião islâmica. Ele mostra gráficos do crescimento do islão na Europa, e diz que isso tem que acabar???!!!!

Com isto, revelo o meu desinteresse na obra, filme, ou vídeo do youtube, aquilo que seja.

Todavia, a minha perspectiva sobre o "filme" não é nova, mas é aquela, a única a que consigo aderir, e como tal têm circulado na internet alguns vídeos com uma resposta semelhante e que gera e sempre gerou consenso entre os muçulmanos (excluíndo, claro, o extremismo que existe em minoria no Islão).

Eu tinha já vizualizado alguns vídeos e entre os quais um em português, mas neste só vi a primeira parte, sendo que as outras encontrei no fórum MyCiw, bem como a resposta em inglês de um saudita, publicada pelo moderador do fórum Yiossuf Adamgy. Esta resposta ao vídeo, é talvez aquela que melhor revela a minha perspectiva e a do Islão em geral, já que ele faz o mesmo que Geert Wilders, mas com a Bíblia, e demonstra o tal desinteresse no filme "Fitna", pois qualquer um podia pegar num livro sagrado e pôr umas imagens sem contexto com o que está escrito nele e manipular os que vêem o vídeo.

Deixo primeiro o vídeo em Inglês:






Bem como os vídeos em português. São 4:





22
Out 07
Salams, lembram-se do 99.org? E do post que fizémos sobre isso?

Pois então, descubram mais algumas informação sobre esta B.D:





Todos sabemos que Clark Kent é a identidade "civil" de Super-Homem, ou que Bruce Wayne é a cara quotidiana de Batman. Mas quanto a Nawaf Al-Bilali, a coisa fia mais fino. Pista útil: sempre que Nawaf Al-Bilali espirra, destrói vários arranha-céus da cidade de Djeddah. E depois precisa de uns quantos quilos de kleenexes para limpar as fossas nasais.

Se ainda não adivinharam, eu conto: sob o nome de Jabbar, o Poderoso, Nawaf Al-Bilali é o primeiro de uma série de 99 super-heróis muçulmanos de uma banda desenhada intitulada Os 99, que acaba de ser lançada pela editora kuwaitiana Teshkeel, associada à Marvel americana.

Os 99 quer divertir e entreter, como sucede com todas as bandas desenhadas, mas segundo o seu criador, o kuwaitiano Naif Al-Mutawa, quer ainda contar a actualidade do mundo islâmico, porque se inspira "na cultura e nos valores muçulmanos".

Ex-psicólogo de um hospital no Kuwait reconvertido na literatura infantil e na banda desenhada (ficou tão deprimido depois de tratar prisioneiros iraquianos que se demitiu), Al-Mutawa, que viveu parte da sua vida adulta nos EUA, assegurou à AFP que a sua criação não pretende doutrinar ninguém. Isto porque todas as personagens de Os 99 são "tão religiosas como o Super-Homem. Não há menções a orações, ao profeta, nada disso".

Mais ainda: segundo a descrição do autor, Os 99 é tanto ou mais politicamente correcta do que qualquer equivalente americano, porque há um equilíbrio cuidadoso entre homens e mulheres. Além disso, muitos dos super-heróis, apesar de terem nascido em países muçulmanos, cresceram e foram educados em países como a França ou o Reino Unido.

Aliás, as personagens têm um aspecto tão ocidentalizado que o leitor mais distraído, ao olhar para uma capa da revista que publica as suas aventuras, poderia pensar tratar-se de um grupo de super-heróis "multiculturais" ocidentais.

Nenhum destes novos 99 super-heróis muçulmanos usa armas para combater as forças do mal e da injustiça. Cada um deles incarna um dos 99 atributos de Alá no Islão, e todos vão beber os seus superpoderes a outras tantas pedras preciosas da Bagdad do século XIII, quando a cidade estava no auge do seu poder, prestígio e prosperidade. "Para criar coisas novas, é preciso ir buscar às velhas", explica o autor.

Al-Mutawa teme o facto de que algumas autoridades islâmicas possam embirrar com a personificação dos poderes de Alá, ou com a combinação de arquétipos islâmicos e da palavra de Deus no Alcorão com figuras, mitologias narrativas e manifestações culturais tipicamente ocidentais. "Não espero que os fundamentalistas gostem da minha ideia", disse numa entrevista a uma publicação especializada americana.

Por agora, Os 99 já teve a aprovação da censura no Kuwait, e acaba também de ser lançado na Indonésia. Correm negociações para que seja editada proximamente na Malásia, na Turquia, em França e também nos EUA, a pátria dos super-heróis. Irão Clark Kent ou Bruce Wayne algum dia ser apresentados a Nawaf Al-Bilali? |


Esta notícia data de 20 de outubro



No Reino Unido, onde vive, a maioria da população nunca ouviu sequer falar dele. Mas, para a comunidade muçulmana, o nome Sami Yusuf é sinónimo de pop com mensagem religiosa. O seu primeiro disco, lançado em Julho de 2003 e intitulado Al-Mu'allim (O Professor), vendeu um milhão de cópias. Hoje à noite, na Wembley Arena, de Londres, será ele a grande vedeta do concerto beneficente pela paz no Darfur.

"Devoto muçulmano praticante", como se apresenta no seu website (www.samiyusuf.com), Yusuf tem abordado na sua música temáticas de carácter social e humanitário. No entanto, e apesar das sonoridades tradicionais que utiliza e do modo como canta (em árabe e inglês), não agrada a todos os crentes, havendo mesmo quem considere que os valores espirituais do Islão e os concertos pop à ocidental não combinam.

Descendente de uma família azeri com tradições musicais, Sami Yusuf nasceu em Teerão, a capital do Irão, em Julho de 1980, e foi viver para o Reino Unido ainda criança. Aprendeu a tocar vários instrumentos com o pai, cedo demonstrando grande interesse no canto e na composição. Acabou por estudar na Royal Academy of Music, de Londres, embora tenha ponderado a hipótese de se matricular em Direito porque queria fazer algo pelo Islão.

Em 2003, com Al-Mu'allim, saiu do anonimato e depressa se transformou num fenómeno musical do mundo muçulmano. Seguiu-se o álbum My Ummah, em Setembro de 2005, com videoclips como o de Hasbi Rabbi, disponível no YouTube, a contribuir para a divulgação da sua música pela Internet. O terceiro álbum é aguardado ainda este ano.

Além dos concertos em numerosos países (do Reino Unido aos EUA, Bósnia-Herzegovina, Arábia Saudita, Sudão, Alemanha, Suécia, Turquia ou Iémen), Yusuf - que há dois anos casou com uma alemã convertida à sua fé -, fundou a editora e produtora musical Awakening e passou um ano no Egipto para completar os seus estudos islâmicos. |


21
Out 07


Salams, resolvi colocar-vos esta questão. Quero simplesmente saber aquilo que mais preferem ver num site com assuntos relacionados com o islão. Se acharem que devem ser outros assuntos comentem neste post, senão podem votar na barra lateral.

Salams, Inet WorldWide

20
Out 07










Salams,

Segundo o seu pedido aqui apresento este documentário acerca do Hajj, a peregrinação a Meca. Quando acabar de vê-lo perceberá na perfeição o significado do Hajj para os muçulmanos, o que isso representa e quais os seus objectivos. Espero então que perceba Inglês.

Senão, pode ver alguns artigos outrora publicados no nosso site que estão em Portguês que se escontram neste link.

http://islamnet.blogs.sapo.pt/search?q=hajj

Salams, IslamNET.eu




Salams,

Aqui temos um gráfico explicativo das visitas que tivemos nos últimos 30 dias neste site.

Esperemos que Allah continue a trazer-nos mais e mais visitantes para podermos espalhar para mais e mais longe a nossa mensagem e para que possamos evoluir no nosso projecto.

Salams, IslamNET

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