14
Jan 07
Pelo menos 20 estudantes foram detidos este domingo quando se manifestavam frente à Kala Academy, onde decorria o doutoramento Honoris Causa do Presidente da República português, Cavaco Silva, atribuído pela Universidade de Goa. Os alunos protestavam contra a entrega deste grau académico a um cidadão estrangeiro.


Os manifestantes empunhavam cartazes escritos em inglês e hindi, exibindo palavras de ordem como "abaixo o imperialismo" e "14 de Janeiro - Dia negro para a Universidade de Goa", segundo avança a rádio 'TSF'.



O incidente ocorreu frente à Kala Academy, onde decorreu o doutoramento em literatura de Cavaco Silva.

A organização estudantil criticou o facto de a Universidade de Goa ter escolhido um cidadão estrangeiro para atribuir pela primeira vez o doutoramento Honoris Causa, defendendo que essa distinção devia ser dada a goeses ou indianos.

Cavaco Silva não viu nem ouviu os protestos mas teve conhecimento do incidente e não ficou incomodado. Em declarações aos jornalistas que o acompanham na visita à Índia, após a cerimónia de doutoramento, o Presidente da República desvalorizou a manifestação. "Não estou incomodado. Até porque sei que quer as autoridades de Nova Deli quer as autoridades daqui (Goa) disseram que rejeitam completamente estas atitudes, muito minoritárias, contra Portugal", disse Cavaco Silva.

Correio da Manhã

Em consequência dos ataques que diariamente se registam na capital iraquiana




Nos últimos nove meses, 600 funcionários públicos perderam a vida em Bagdade em consequência de ataques armados lançados pela revolta ou grupos terroristas.

O governo iraquiano salienta, num comunicado oficial, que estes ataques causaram ainda numerosos feridos, a deterioração dos serviços proporcionados pela administração pública e grandes prejuízos materiais.

No texto é pedido aos membros do governo e a todos os iraquianos que se esforcem para proteger os funcionários que fornecem "serviços que têm por objectivo servir a cidade de Bagdade".


Jornal de Notícias

Salams,
Ok. já sabemos o que é mais visitado, isto no geral, porque posteriormente desenvolveremos.

Mas...e que hotel devo escolher?

Lista dos hotéis Lista de hotéis registados por Classificação

13
Jan 07
Salams.
ok...ok.. eu percebo que todos nós vemos esses donos do petróleo no topo, e do outro lado crianças a morrer à fome, guerras intermináveis. Sim, é tudo por culpa deles, desses que pensam que o dinheiro é tudo,desses que não sabem onde gastá-lo,  desses  que não olham para os seus irmãos... simplesmente desses que não respeitam o dever de ajudar, e que dizem-se muçulmanos.

Mas... neste dossier não queremos mostrar a parte cruel desses que se dizem pertencer ao islão.
Simplesmente queremos mostrar uma cidade,  bastante conhecida, que é o Dubai. nada mais que isso!

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Neste capítulo do dossier podemos ver as melhores coisas do Dubai, aquelas onde todos os visitantes desta cidade procuram. Simplesmente o melhor do Dubai!!!

Clica aqui para fazeres o download do ficheiro word " Glamour e Brilho"




Bibliografia:

World Business

12
Jan 07
Salams, parece que está disponível uma nova versão do Google Earth, com edifícioas a 3 dimensões e a cores, entre muitas outras funcionalidades. Eu já experimentei e dá para visitar muitos locais religiosos islâmicos, e cidades com edifícios a 3D, que nos podemos construir, como o Dubai, simplesmente  fantástico.  Faz o download neste site:



Google Eath

28
Dez 06
A Arábia Saudita decretou esta quarta-feira o alerta máximo para os serviços de segurança e sanitários devido à peregrinação anual de milhões de muçulmanos a Meca e a Kaaba, considerados os pontos mais sagrado da terra, avança a «Lusa».

Os cerca de três milhões de muçulmanos que já se encontram no reino saudita começam quinta-feira a sua peregrinação, o Hadj, que sexta-feira atinge o seu ponto máximo quando todos subirem ao monte Arafat, também conhecido como monte de Tauba (arrependimento), em Meca.

Dada a diversidade de ideologias e orientações políticas dos fiéis, uma vez que os peregrinos chegam de todo o planeta e pertencem a diferentes ramos do Islão, o Governo saudita advertiu que não permitirá que os conflitos políticos ou sectários passem para as terras santas.

«A peregrinação é só para peregrinar. Esperamos que isto fique claro», disse o ministro do Interior, o príncipe Nayef Bin Abdelaziz.

As advertências do príncipe foram feitas depois de terça-feira revistar todos os dispositivos policiais destacados para garantir a segurança dos peregrinos.

As autoridades sauditas adoptaram, por outro lado, várias medidas para evitar incêndios ou avalanchas de pessoas como os que ocorreram nos últimos anos e que provocaram a morte a centenas de fiéis durante a peregrinação.


 

[ 2006/12/27 | 18:55 ] EditorialLusa/ SPP
Agência fianceira

27
Dez 06
salams, venho-vos aqui apresentar um tema bastante interessante e que revela a verdade dos direitos humanos.!!!  em qualquer parte do mundo, quer seja em Lisboa, moçambique, ou nova iorque, devem ser obedecidos!!!


CLICA AQUI>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>

O primeiro-ministro etíope, Meles Zenawi, afirmou esta terça-feira que a Etiópia já completou «metade da sua missão» na Somália e que, segundo dados hospitalares, mais de mil combatentes islâmicos morreram nos últimos dias.

«Grande parte da milícia islâmica está fora de jogo», afirmou Zenawi, durante uma conferência de imprensa para falar sobre a ofensiva etíope na Somália, iniciada domingo.

Zenawi reiterou que as tropas etíopes vão sair da Somália quando a sua missão estiver completa.

«Já completamos metade da missão durante os últimos dias. Assim que a outra metade estiver completa saímos dali», acrescentou.

A Etiópia, que apoia o Governo de transição somali, iniciou a ofensiva para combater os milicianos islâmicos que tentaram infiltrar-se em território etíope, numa zona maioritariamente muçulmana.

Zenawi disse também que dados de hospitais somalis apontam para a existência de três mil feridos.

O primeiro-ministro etíope disse também que a maioria das forças que estão a atacar as tropas da Etiópia e do Governo da Somália são efectivos do Exército da Eritreia e mujaidines.

Peritos regionais defendem que a Etiópia tem na Somália mais de 10 mil efectivos, enquanto a Eritreia, vizinho e inimigo da Etiópia que apoia os tribunais islâmicos, tem dois milhares de soldados.

Os três países (Etiópia, Eritreia e Somália) estão situados no Corno de África, a zona mais vulnerável do continente africano.

Diário Digital / Lusa

26-12-2006 15:46:00


26
Dez 06
Salams,
Estamos numa altura em que muitos muçulmanos, fazem a peregrinação a Meca. Torna-se importante adquirir alguns conhecimentos sobre esta prática, por isso tenho aqui um flash que é muito interessante

CLICA  AQUI


Milicianos islâmicos somalis retiraram-se hoje de posições avançadas no sul e centro da Somália, na sequência de uma ofensiva da artilharia e aviação etíope, em curso desde domingo, segundo adiantam residentes.

Na área de combates, a cidade mais importante da qual os milicianos islâmicos se retiraram nas últimas horas é Burhakaba, 60 quilómetros de Baidoa, sede do Governo de transição da Somália, apoiado pela Etiópia.

Retiraram-se também de Dinsoor (120 Quilómetros a sudoeste de Baidoa).

Outros confrontos registaram-se em diferentes pontos da área de combates, que se estende por 700 quilómetros ao largo da fronteira com a Etiópia.

O movimento de tropas regista-se um dia depois de aviões etíopes terem bombardeado o aeroporto de Mogadíscio, o principal, controlado pelas Cortes islâmicas da Somália, e um outro terminal aéreo situado a 100 quilómetros da capital .

A Etiópia lançou a ofensiva para travar o que qualificou de «infiltrações» de milicianos islâmicos em seu território. O Governo de Adis Abeba teme que os milicianos islâmicos se estendam pela zona leste da Etiópia, onde há uma forte presença muçulmana.

Fora do teatro de operações, a União Africana (UA) anunciou segunda-feira à noite a realização, na quarta-feira, de uma reunião internacional, destinada a encontrar uma solução para evitar uma possível extensão do conflito armado, que se regista na Somália.

O anúncio foi proferido pelo presidente da Comissão da UA, Alpha Konare, que adiantou que a reunião se realizará na capital etíope, sede da organização continental.

Diário Digital / Lusa

26-12-2006 8:49:00


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