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Os advogados de Saddam Hussein foram convocados para recolher os objectos pessoais do ex-ditador, mas o Ministério da Justiça do Iraque negou que o ex-presidente esteja sob sua custódia, bem como a possibilidade de o enforcamento acontecer já este sábado, adianta a Reuters.

De acordo com a estação NBC, que cita uma fonte militar norte-americana de alta patente, que pediu o anonimato, Saddam Hussein será enforcado antes do início das festividades religiosas de «Eid» que se iniciam no próximo domingo.


Um advogado de defesa, que não quis ser identificado, disse que o ex-presidente havia sido transferido da custódia de forças dos EUA para o governo iraquiano, mas o Ministério da Justiça negou a informação.

Um alta autoridade do Ministério da Justiça disse à Reuters que Saddam não será executado antes de 26 de Janeiro, 30 dias depois de o seu recurso ter sido indeferido.

Um tribunal iraquiano condenou Saddam Hussein à morte no mês passado e ordenou que a sentença seja cumprida num prazo de 30 dias.

Um dos advogados de Saddam, Giovanni Di Stefano, afirmou quinta-feira numa entrevista televisiva à «Sky» que pediu aos Estados Unidos para não entregarem o ex-ditador, que é considerado prisioneiro de guerra, às autoridades iraquianas para a sua execução.

Di Stefano comentou no canal «Sky» que os Estados Unidos «têm na suas mãos» o futuro de Saddam Hussein e que podem negar a entrega do antigo presidente iraquiano «por não ter tido um julgamento justo».

A petição foi entregue à Comissão de Direitos Humanos dos Estados Unidos. Os causídicos alegam tratar-de se um «julgamento político».

2006/12/29 | 09:42
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