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O presidente iraquiano, Jalal Talabini, defendeu esta quarta-feira o adiamento das execuções do meio-irmão de Saddam Hussein e ex-chefe dos serviços secretos, Barzan Ibrahim, e do antigo presidente do Tribunal Revolucionário, Awad Hamed al-Bandar, condenados à morte conjuntamente com o ex-ditador.

Os dois acusados foram condenados à morte por enforcamento depois de serem considerados culpados, como Saddam Hussein, de envolvimento no massacre de 148 muçulmanos xiitas, em 1982, depois de uma tentativa falhada de assassínio do antigo presidente iraquiano, na cidade de Dujail.

As execuções haviam sido adiadas para depois das festas muçulmanas de Ei dal-Adha, que terminaram há uma semana, tendo fontes oficiais iraquianas afirmado que os dois homens deviam ser enforcados brevemente, mas não foi fixada qualquer data.

“Na minha opinião devíamos aguentar as execuções”, afirmou o presidente iraquiano numa conferência conjunta com o embaixador dos EUA em Bagdad, Zalmay Khalilzad, acrescentando que a situação deveria ser examinada, sem dar mais pormenores.

Na terça-feira, o Primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, afirmou que Zalmay Khalilzad lhe tinha pedido para adiar a execução do antigo presidente iraquiano pelo prazo de dez dias a duas semanas, mas adiantou que o pedido foi rejeitados pelas autoridades. Recorde-se que a execução de Saddam Hussein, no passado dia 30 de Dezembro, desencadeou uma vaga de críticas a nível internacional contra o Governo iraquiano.

2007-01-10 - 14:01:00
Correio da Manhã


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