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O primeiro-ministro etíope, Meles Zenawi, afirmou esta terça-feira que a Etiópia já completou «metade da sua missão» na Somália e que, segundo dados hospitalares, mais de mil combatentes islâmicos morreram nos últimos dias.

«Grande parte da milícia islâmica está fora de jogo», afirmou Zenawi, durante uma conferência de imprensa para falar sobre a ofensiva etíope na Somália, iniciada domingo.

Zenawi reiterou que as tropas etíopes vão sair da Somália quando a sua missão estiver completa.

«Já completamos metade da missão durante os últimos dias. Assim que a outra metade estiver completa saímos dali», acrescentou.

A Etiópia, que apoia o Governo de transição somali, iniciou a ofensiva para combater os milicianos islâmicos que tentaram infiltrar-se em território etíope, numa zona maioritariamente muçulmana.

Zenawi disse também que dados de hospitais somalis apontam para a existência de três mil feridos.

O primeiro-ministro etíope disse também que a maioria das forças que estão a atacar as tropas da Etiópia e do Governo da Somália são efectivos do Exército da Eritreia e mujaidines.

Peritos regionais defendem que a Etiópia tem na Somália mais de 10 mil efectivos, enquanto a Eritreia, vizinho e inimigo da Etiópia que apoia os tribunais islâmicos, tem dois milhares de soldados.

Os três países (Etiópia, Eritreia e Somália) estão situados no Corno de África, a zona mais vulnerável do continente africano.

Diário Digital / Lusa

26-12-2006 15:46:00


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