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Dez 06
O juiz espanhol Baltasar Garzón ordenou a prisão preventiva de sete das onze pessoas detidas na semana passada em Ceuta, Espanha, por suspeita de ligações com a rede terrorista da al-Qaeda.

As onze pessoas, dez espanhóis e um marroquino, detidas durante a denominada ‘Operação Duna’, pertenciam ao Grupo de Combate Islâmico Salafista marroquino, um ramo da rede terrorista liderada por Osama bin Laden.

O grupo, que recrutava jovens muçulmanos nas mesquitas, pretendia passar do “discurso fanático à acção”. Os jovens eram instruídos para fazer a ‘jihad’, ou seja, a ‘guerra santa’. Embora o grupo estivesse ainda numa fase “muito embrionária” da sua formação, estava já a planear ataques contra uma feira ou um supermercado – acções que tanto poderiam acontecer em Ceuta como no território europeu espanhol.

Essas detenções surgem numa altura em que a Justiça espanhola se prepara para julgar 29 pessoas, na sua maioria marroquinos, acusados dos atentados aos comboios na estação de Atocha, Madrid, a 11 de Março de 2004, que mataram 191 pessoas.

Carlos Menezes com agências/ Correio da Manhã

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