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Mar 08
Salams.

Está a circular em todos os meios de informação e comunicação uma foto em que aparece Barack Obama, candidato a presidente dos Estados Unidos da América com um turbante e com umas "vestimentas" do Quénia.

O próprio Obama já veio dizer à CSocial que ele é cristão praticante, mas que influência poderá isto ter em termos de votos? Será que por alguém ser muçulmano tem menos possibilidades de estar em cargos mais elevados em termos sociais? Em Portugal, eu não conheço nenhum deputado muçulmano, em poucos países europeus deve haver um muçulmano nesse género de cargos.


Há uma clara falta de igualdade de oportunidades e o nome é logo a coisa que mais salta à vista quando eu ou um amigo meu qualquer muçulmano tenta procurar emprego. Já foi estudado por várias pessoas, entre elas Tim Harford, autor do livro "O economista disfarçado", em que ele explica que a relação nome-emprego é indiferente na escolha de um empregado.
É interessante o seu livro, mas na realidade não é o que acontece neste país.

Salams

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